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Ilustradoras definem seu estilo dentro de casa

Ilustradoras definem seu estilo dentro de casa

Adriana Marto, Brunna Mancuso e Débora Islas falam um pouco sobre o dia a dia no espaço onde trabalham, descansam e se divertem

O que significa chegar em casa para você? A pergunta remete a uma mistura de sensações que, em geral, são positivas. Para quem, além de aproveitar o aconchego e o conforto do espaço, faz do lar o seu local de trabalho, é ainda mais importante ter a certeza de que cada detalhe foi pensado com carinho e atenção. Ao abrir suas casas, as ilustradoras Adriana Marto, Brunna Mancuso e Débora Islas revelam como expressam seus estilos únicos em suas residências – muito inspirados na arte que produzem.

Adriana Marto

A arquiteta urbanista e artista plástica de 30 anos define seu estilo em casa como “confortável”. Ela preza muito por estar bem consigo mesma e ama uma história por trás dos objetos. “Creio que tudo está nos detalhes: minha caneca favorita para tomar café da manhã, a manta que eu uso na hora de assistir um filme, a colher da minha avó que fica guardada na gaveta. Todos esses elementos constroem uma casa e ajudam a formar a história de uma pessoa.”

No dia a dia, os elementos que compõem o lar também representam a relação de Adriana com seus amigos e família – além se servirem de inspiração para a criação das obras. “Minha vida e minha arte caminham de mãos dadas a todo momento. Eu tive um ateliê há alguns anos porque precisava de um lugar fora de casa para criar. Ultimamente, tenho trabalhado mais facilmente na mesa da minha cozinha, depois de passar meu café, passear com meu cachorro e responder meus e-mails”, ressalta.

Brunna Mancuso

Brunna gosta muito de decoração. Desde que saiu da casa de sua mãe, 7 anos atrás, ela vem montando seu canto aos poucos. “A minha casa é um lugar muito especial para mim. É onde me sinto feliz, onde trabalho e passo boa parte do tempo. Gosto de estar perto dos meus livros e dos meus dois gatos, de comprar flores e acender velas. Tenho muitos quadros que representam a forma com que eu vejo a vida, também. Enfim, considero meu estilo simples, aconchegante. Meu lar é onde posso tanto fazer uma maratona de filmes quanto receber amigos para tomar alguns drinks.”

A ilustradora e designer de 30 anos considera impossível para um artista não envolver o cotidiano, inclusive situações dentro da residência, em suas criações. “Tudo é referência e pode gerar um insight para alguma obra. Eu busco referências na moda, em filmes e fotografia, mas a vida pessoal também é uma ótima fonte. Como a gente se sente, os momentos felizes que passamos, até uma fase traumática. Meu trabalho reflete quem eu sou em certos momentos da minha vida”, explica a artista.

Débora Islas

Para Débora, é preciso gostar muito do que se faz para deixar o trabalho entrar em casa. O fato de atuar como freelancer exige disciplina, mas, segundo a designer e ilustradora de 31 anos, oferece a possibilidade de pausas e de uma conexão maior com o local. “Casa e escritório acabam sendo um só e, inevitavelmente, ele vai invadir as paredes e estantes. Se não for algo agradável, pode contaminar o ambiente. Eu tento manter a harmonia de dentro para fora.”

A casa de Débora está sempre mudando, com um móvel novo, um objeto trazido de viagem, uma coisa feita com as próprias mãos, um quadrinho para ocupar uma parte da parede que estava vazia ou um vaso roubado da casa da mãe. “No fim, tudo vai ficando com a nossa cara de forma orgânica. Tudo o que é vivido fica registrado, terá influência sobre a vida e o trabalho e pode ser fonte de inspiração. Para mim, esse aspecto fica ainda mais evidente quando faço alguma viagem ou tenho uma experiência totalmente nova: a vontade é transformar tudo em arte”, finaliza.

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